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Falta de qualificação e mão-de-obra insuficiente
Como se sabe depois de décadas o mercado imobiliário, enfim, vive a euforia do superaquecimento. Mas o que era para ser motivo de festa esta se tornando um problemapara a construção civil. O “apagão” da mão-de-obra especializada tem sido o novo vilão do setor.
Ao contrário do que se pensava os produtos para construção não faltarão no mercado, o que houve foi uma elevação nos preços dos produtos básicos e no preço dos terrenos o que afeta o preço total de imóveis. Apesar destes aumentos o que tem realmente prejudicado o andamento das construções é a falta de qualificação que se deu devido à expansão neste setor com maior intensidade nos últimos seis meses onde a mão-de-obra não teve tempo, conhecimento e oportunidade para se aperfeiçoar.
O estado de Minas tem apresentado grande dinamismo no mercado imobiliário e na construção civil, principalmente no interior. Cidades como Ipatinga que estão diante de grande e contínuo desenvolvimento e diante de projetos que irão abranger ainda mais a cidade como a instalação de uma nova usina em Santana do Paraíso se vêem diante da necessidade de profissionais qualificados e que atendam todas as necessidades.
A gerente da Moradia Imobiliária, Luciene Senra, acrescenta ainda que há demora de alguns imóveis serem liberados para vendo ou locação pelo fato da quase inexistência de profissionais especializados ou destes não se interessarem em pequenos serviços.
Para resolver este problema algumas empresas têm investido na qualificação dos seus próprios funcionários para não deixar o ritmo das obras ser prejudicado por esta debilidade. Cursos técnicos quanto de gerenciamento e administração, em parceria com universidades tem sido oferecidos. O Senai também oferece curso técnico profissional para atuação na construção civil e curso de engenheiro técnico, o Sesi-Sinai também oferece cursos nesta área e muitos destes gratuitos.















